A saúde do professor e o sucesso do educando
O professor é um profissional de extrema importância para a sociedade, e seu bem-estar é determinante no sucesso da aprendizagem de seus alunos, pois este bem-estar influencia diretamente na sua capacidade de ensinar e interagir com os educandos, criando um ambiente de motivação, positividade ou de negatividade, baixo-astral e pessimismo. Criar esse ambiente de motivação e positividade tem um impacto significativo no ambiente escolar, que não pode ser esquecido.
Não devemos sacrificar uma turma ou uma geração com professores desmotivados, doentes, ou que ofereçam aulas monótonas. Os jovens merecem aulas interessantes, diversificadas e com metodologias ativas, que despertem seu interesse e gosto pela escola.
Neste contexto, o professor não é um super-herói, ele é humano, precisa de atenção e cuidados para que possa ter alteridade no ambiente escolar, despertando a confiança da família em entregar o que tem de mais precioso, que são os seus filhos, para a escola. O professor tem por obrigação e compromisso formar cidadãos preparados e pessoas de bem para contribuir com a sociedade, juntamente com a família e suas escolhas.
Destaca-se que o trabalho dos professores pode ser estressante devido às demandas acadêmicas, pressões por resultados, responsabilidades administrativas e interações sociais. Portanto, é crucial que os professores cuidem de sua saúde física, mental, espiritual e financeira.
Para manter uma boa saúde e qualidade de vida, é recomendado que os professores adotem hábitos saudáveis, como cuidar da sua voz, mantendo-se hidratados, ter uma alimentação equilibrada, com um prato bem colorido, munido de todos os nutrientes importantes para uma boa nutrição, praticar exercícios físicos regulares e ter uma boa e tranquila noite de sono.
Também é importante equilibrar a carga horária de trabalho, reservar tempo para a família (esposa ou marido e filhos, nessa ordem, porque o pai ou a mãe vieram primeiro), desenvolver sua fé e participar de atividades que proporcionem alegria, descanso e relaxamento fora do ambiente escolar, não esquecendo da saúde financeira, que tem como um dos princípios importantes não gastar mais do que ganha.
O profissional que forma todos os outros não pode trabalhar de qualquer jeito, mas precisa estar bem, feliz e saudável em todos os aspectos.
Preciso salientar a importância da atividade física, que melhora a circulação sanguínea, fortalece o sistema imunológico e físico-motor, reduz o estresse, liberando hormônios do bem que combatem os hormônios do mal, acumulados pelo excesso de trabalho, atividades, problemas, falta de orçamento e tarefas diárias.
Além disso, é importante que os professores realizem exames médicos regulares e sigam as orientações do profissional de saúde para prevenir doenças e detectar problemas de saúde precocemente.
Destaca-se também a importância da prevenção do esgotamento profissional, conhecido como síndrome de Burnout, que é comum entre os professores. É fundamental ajustar hábitos e condutas, buscando equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, praticando o autocuidado e pedindo ajuda quando necessário.
As instituições educacionais têm um papel fulcral na promoção da saúde dos professores, oferecendo programas de bem-estar, apoio psicológico e um ambiente de trabalho saudável. É fundamental garantir condições de trabalho adequadas, como carga horária razoável, recursos adequados e reconhecimento do trabalho dos professores, o que pode ser um diferencial em sua motivação.
É importante que os professores cuidem de si mesmos, pois ensinam também pelo exemplo. Cuidar da saúde física, emocional, espiritual e financeira é essencial para poder cuidar dos outros e garantir uma formação qualificada e saudável dos estudantes.
Muitas pessoas dizem que essa geração está “perdida” ou a classificam como geração “Nutella”, sem respeito, sem comprometimento, sem educação, sem valores e muitos outros adjetivos. Mas eu pergunto: quem são os pais e professores dessa geração? Somos nós.
Portanto, precisamos entender a nossa responsabilidade nesse processo e não somente culpar essa geração, que aprende com seus pais, professores e com a sociedade como um todo. Por isso, saliento que não devemos focar apenas em conteúdo; devemos ensinar a criança no caminho em que deve andar.
Em algum momento, é necessário dar uma parada, bem como trabalhar objetivos de vida, valores, honra, amor, perdão, gratidão, respeito, moral, ética, honestidade, trabalho, solidariedade, lei da semeadura, comprometimento e saúde.
Além de cuidar de nós mesmos, temos também que despertar esses cuidados em todas as pessoas com as quais convivemos, inclusive nossos alunos, porque tudo se contagia, para o bem e para o mal.
Por isso, temos que cuidar da nossa saúde de forma integral, porque ensinamos também pelo exemplo. Cuide-se para que possa cuidar de outras pessoas. Se não tiver tempo de priorizar sua saúde, terá que achar tempo para cuidar da sua doença.
Eu acredito que o sucesso de cada um depende muito de suas escolhas, tanto na questão da saúde quanto da aprendizagem. Nesse viés, a família, juntamente com a escola, pode colaborar significativamente para nortear essas decisões.
Os alunos educados deixam o ambiente escolar mais saudável e leve, assim como professores motivados despertam o interesse dos estudantes, que ficam mais atentos nas aulas. Assim, um colabora com o sucesso do outro, e tudo se contagia para um ambiente saudável e com êxito na aprendizagem.
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