O amor como princípio

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1/28/2026

selective focus photography of tree
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Hoje, vivemos em uma sociedade onde muitas pessoas e determinados segmentos e organizações têm motivação suficiente para criticar, falar mal, achar defeitos e, quando se trata de trazer uma solução, ter uma atitude colaborativa ou reconhecer algum avanço, são tímidos, desmotivados ou não o reconhecem.

A sociedade, como um todo, passa por momentos marcantes como: seca, fome, discursos de ódio, intolerância, ganância, corrupção, falta de empatia, isolamento social, revolta da natureza, guerra em alguns países e uma pandemia com muitas variantes.

Se olharmos para um livro antigo, mas o mais vendido e mais lido no mundo, ele já coloca essas questões, fazendo-se contemporâneo e atual. Em Jeremias 16:4, 16:6, 16:9 diz que: “as pessoas, grandes e pequenas, morreram de doenças mortais e não poderão enterrar os seus mortos; proibido ir a festas e celebrações; lave as mãos para que não morram” (Êxodo 30:18-21); “mantenha a distância se tiver sintomas; cubra a boca e evite o contato” (Levítico 13:45-46); “quem tiver doente deve ficar na sua tenda de 7 a 14 dias” (Levítico 13:4-5).

Já em 2 Crônicas 7:13-14 fala: “Se eu fechar o céu para que não chova ou mandar que os gafanhotos devorem o país ou sobre o meu povo enviar uma praga”, “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra”.

Refletindo sobre isso, você não acha que merece uma atenção especial da nossa parte?

Um certo dia, eu estava orando, falando com Deus. Pedi a Ele uma revelação para levar ao meu programa de rádio, chamado “Espaço da Fé”, e, ao adormecer, Ele me revelou, em sonho, uma palavra que não conhecia: “Aparrie”. Ao pesquisar o significado, encontrei em espanhol que significa: mostrar-se.

Depois de acordar, aquela palavra parecia visível à minha frente, pois, para mim, ficou muito claro que Deus, através da pandemia, iria se mostrar para muita gente, e muitas pessoas iriam lhe procurar e lhe buscar, mesmo depois de um tempo sem pensar ou falar o seu nome e nem sequer lembrar da sua existência.

Muitas pessoas, no momento de dor, buscavam ao Senhor, pediam a cura de seus familiares, entes queridos e pessoas enfermas. Naquele momento de medo e preocupação, buscavam a salvação de suas vidas, pedindo perdão a Deus e a cura de suas enfermidades.

Mesmo com tudo que estamos vivendo e com o que está acontecendo no mundo, ainda existem pessoas que não refletiram sobre essas questões ou não acreditam.

Infelizmente, hoje em dia, muitas pessoas continuam destilando críticas e apontando defeitos, com o coração cheio de ódio e amargura. Elas não percebem que essas atitudes, queixas, murmurações, pensamentos agressivos e acusações (ao governo, à família, a pessoas, colegas, instituições, empresas…) baixam a imunidade e adoecem.

Substitua esses pensamentos e ações por pensamentos positivos, amorosos e compreensivos, usando o perdão e o amor como princípio. Perdoe o outro, ajude, pois assim você estará fazendo bem a você mesmo. “Tudo o que se planta, colhe”, então vamos plantar o bem, vamos plantar amor.

A falta de amor, de respeito e de empatia traz resultados desastrosos à sociedade, à saúde e ao bem-estar. Ninguém gosta de estar perto de pessoas negativas, maldosas e de baixo-astral.

Vivemos em uma sociedade em que o comércio que mais cresce é o da indústria farmacêutica; a cada esquina vemos uma nova farmácia. Isso significa que estamos vivendo em uma sociedade doente, em ambientes de “puxa-tapete”, na política, no trabalho, até mesmo no esporte e no lazer, etc.

Para alguns, quanto pior é melhor, sempre achando problemas e defeitos: “se existe governo, eu sou contra”. Será que essa pessoa ou essa nova proposta não tem nada de positivo?

Precisamos mudar essa realidade.

Temos que começar a ter vibrações positivas, ver o lado bom das coisas, ver o lado bom das pessoas, nos apegar às coisas boas e aos pensamentos positivos e deixar o pensamento negativo de lado. Nenhuma pessoa ou proposta é 100% negativa ou positiva; sempre existem os dois lados, e o que cabe a cada um de nós é decidir de que forma queremos ver.

Será que sou o dono da razão? Não posso considerar a opinião da outra pessoa? Quem garante que a nossa opinião é a correta? Não existe saber mais ou saber menos, existem saberes diferentes, como já dizia Paulo Freire.

Eu devo escolher ser feliz, amar, perdoar, colaborar, respeitar as opiniões dos outros e, caso seja aprovado algo diferente do meu pensamento, eu tenho que me unir àquela proposta e colaborar para que dê certo, pois eu estou no barco e não quero que esse barco afunde.

Eu acredito em atitudes de AMOR. Temos o livre-arbítrio para escolhermos muitas coisas: propostas, métodos, recursos, lugares e experiências. Podemos escolher amar ou odiar, perdoar ou se vingar, ser críticos ou colaborativos, entender ou não querer entender; cabe a nós decidirmos que caminho vamos seguir.

Não importa se você usa a melhor receita ou o melhor método; se você agir com amor, no final, dará tudo certo na sua vida.

A pandemia nos ensinou muitas coisas, entre elas: o que mais vale é o SER do que o TER. Devemos estar de bem com a vida, com Deus, com a família e com as pessoas, pois não sabemos o dia de amanhã ou quando chegará o nosso dia de deixarmos esta terra. Não vimos, até hoje, nenhum caminhão de mudanças acompanhar um funeral.

Não levamos nada quando morremos, e o que deixamos são as coisas boas que fizemos enquanto estivemos aqui. Vamos escolher fazer amigos e não inimigos, escolher destilar amor e não ódio, vamos escolher deixar boas lembranças e saudades.

O segredo da felicidade é saber que não vivemos uma vida inutilmente, assim já dizia Érico Veríssimo.

Então, vamos ser felizes, deixando marcas positivas por onde passamos. Vamos amar o próximo como a nós mesmos; esse é o grande segredo ensinado pelo Arquiteto do Universo.